A mãe de Samylle Valentina Borba Ramiro, que morreu aos 4 anos, disse à polícia que não via a filha há pelo menos dois meses. De acordo com a polícia, a mulher relatou que não tinha contato com a menina "nem por videochamada". Segundo a defesa da mulher, ela era impedida pela tia de ver a filha. Para auxiliar na investigação, a Justiça autorizou a extração de dados de um celular apreendido na casa dos tios, onde a menina estava morando. O conteúdo do aparelho é considerado crucial pela polícia para entender o contexto da morte.