
O avanço de uma frente fria potente e a atuação de um centro de baixa pressão, somados ao calor e à umidade explicam a chuvarada do fim da tarde da segunda-feira em Porto Alegre, Região Metropolitana e Carbonífera. Na Capital, as rajadas de vento chegaram a atingir 111 quilômetros por hora e o volume de chuva acumulado foi de 63,8 milímetros (registro na estação do Cristal) — o valor representa cerca de um quarto da média para o mês de março, que é de 229 milímetros.
A cumulonimbus, ou cúmulo-nimbo, é um tipo de nuvem com grande desenvolvimento vertical, frequentemente associada a tempestades com chuva forte, raios, trovões, vento forte, granizo e, em alguns casos, tornados.
Na segunda, havia nuvens cumulonimbus sobre Porto Alegre e Região Metropolitana. O que ajuda a explicar a enorme parede d'água que se formou no Guaíba.
Um caminhão tombou com a força do vento durante o temporal que atingiu Porto Alegre ontem. O caso aconteceu na chamada nova ponte do Guaíba, que liga a Capital do Rio Grande do Sul à Região Metropolitana. A informação foi confirmada pela Polícia Rodoviária Federal, que informou que o homem teve ferimentos leves.
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